INFORMAÇÕES
- artigo -
LIFE SELECTION® - LS
Complemento Alimentar a Base de Isolado Protéico de Soja, Rico em Isoflavona, Cálcio, Ferro, Zinco, Vitaminas do Complexo B, Vitaminas A, D e E, e outros nutrientes fundamentais.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Proteínas - Função e Análise
Embora a função nutricional das proteínas (fontes de aminoácidos essenciais e nitrogênio para síntese de tecidos e outros componentes necessários para o funcionamento e crescimento normal do organismo) e sua importância para a manutenção de boa saúde física e mental sejam amplamente reconhecidas, os conceitos de qualidade nutricional das proteínas têm sido largamente discutidos e modificados ao longo dos últimos anos. Nenhum outro nutriente tem sido tão minuciosamente estudado.
Todas as proteínas independente da estrutura, função ou peso molecular são formadas pelas mesmas unidades básicas: os aminoácidos. Tanto os vegetais quanto os animais são constituídos pelos mesmos 20 aminoácidos. Alguns deles podem ser sintetizados pelo organismo, outros - os aminoácidos essenciais (histidina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano e valina) - devem ser fornecidos obrigatoriamente pela dieta.
As necessidades protéicas do homem não permanecem constantes ao longo da vida. Em ocasiões onde há formação ou crescimento de órgãos e tecidos (infância, gravidez, lactação), o requerimento diário de proteínas aumenta consideravelmente. Qualitativamente as necessidades protéicas sofrem também alterações de acordo com a idade.
A qualidade nutricional das proteínas depende, basicamente, de sua composição em aminoácidos essenciais e sua digestibilidade. Os métodos existentes para avaliar a qualidade nutricional de cada proteína podem ser agrupados em:
Métodos de
avaliação "in vivo" (Rat growth methods)
· PER (Protein Efficency Ratio/Eficiência Protéica Média)
· NPU (Net Protein Utilization/Utilização líquida de
proteína)
· NPR (Net Protein Ratio/Taxa líquida de proteína)
· Digestibilidade
Métodos de
avaliação "in vitro"
· Análise da composição de aminoácidos essenciais (Chemical
Score)
Combinação dos
anteriores
· PDCAAS (Protein Digestibility - Corrected Amino Acid Score)
Em diversos países desde 1919, o PER tem sido utilizado para avaliação da qualidade protéica. Atualmente, com o aumento do conhecimento sobre as reais necessidades humanas de aminoácidos essenciais, as limitações do método têm se tornado cada vez mais evidentes.
Sabe-se que a necessidade de aminoácidos saturados dos ratos é muito maior que a de seres humanos. Assim, os "rat growth methods" superestimam o valor de algumas proteínas animais para seres humanos, subestimando o valor de proteínas vegetais. Além disto, o PER não considera a proteína utilizada para manutenção do organismo (uma proteína pode não propiciar o crescimento dos ratos e ter PER próximo de zero, embora seja uma fonte adequada para fins de manutenção do organismo). Não há proporcionalidade entre os valores de PER de diferentes proteínas.
O PDCAAS foi recomendado como método de avaliação de qualidade de proteína em 1989 pela FAO/WHO Joint Expert Consultation on Protein Quality Evaluation e adotado em 1991 pelo FDA para avaliação da qualidade de todos os alimentos destinados a adultos e crianças acima de 2 anos de idade.
Todas as proteínas com PDCAAS com valor 1.0 - incluindo as Proteínas isoladas de Soja presentes no Life Selection®, - são completas e de alto valor nutricional, e atendem às necessidades de aminoácidos essenciais dos seres humanos acima de 2 anos de idade. Interage harmoniosamente considerando os três tipos de isoflavonas com quatro formas isoméricas (agliconas, glicosídeos, acetelglicosídeos e maloniglicosídeos). As formas agliconas são as formas ativas no nosso corpo, ou seja, são aquelas verdadeiramente absorvidas e aproveitadas pelo nosso organismo. O Life Selection® priorisa isoflavonas en suas formas ativas, ou seja agliconas; este grande diferencial faz do Life Selection® um produto único no mercado.
Em outubro de 1999, o FDA autorizou a declaração sobre os efeitos da Proteína de Soja na diminuição do colesterol e na prevenção de doenças cardíacas em rótulos de produtos alimentícios. Por isso, nos últimos anos, intensificaram-se as pesquisas sobre as propriedades benéficas das proteínas de soja e seus componentes fitoquímicos na saúde humana. Um dos componentes mais estudados são as isoflavonas.
As principais isoflavonas da soja são a genisteína e a daidzeína, e seus respectivos glicosídeos, genistina e daidzina. Em menores quantidades ainda é encontrada a gliciteína e seu glicosídeo, glicitina.
Os alimentos derivados de soja são uma abundante fonte de isoflavonas na dieta humana dada a elevada quantidade desses compostos na soja. Embora uma grande quantidade de alimentos contenha produtos de soja, os produtos utilizados são principalmente óleo e lecitina de soja, que são produtos destituídos de isoflavonas, já que estas migram com a fração protéica do grão de soja durante o processamento.
As análises de isoflavonas em alimentos de soja reportam que a maioria contém de 0,1 a 3,0 mg/g de isoflavonas totais. As Proteínas Isoladas de Soja no Life Selection® apresentam teores totais de isoflavonas que variam de 1,5 a 3,0 mg/g de produto.
Devido a sua semelhança estrutural com os estrógenos, as isoflavonas da soja possuem a capacidade de mimetizar os estrógenos, exercendo efeitos benéficos sobre o organismo. Todavia, esses compostos são consideravelmente mais fracos que os estrógenos sintéticos, possuindo uma ação de 1.000 a 100.000 vezes menor. Além disso, a concentração de isoflavonas na soja e seus derivados podem variar muito, pois depende da variedade do grão, solo, clima, local onde foi cultivada e principalmente do tipo de processamento utilizado no preparo do alimento.
Entre alguns dos efeitos benéficos à saúde podemos citar:
· Redução do risco de doenças cardíacas. As isoflavonas podem atuar no organismo inibindo o desenvolvimento da arterosclerose e, conseqüentemente, do aparecimento de doenças cardíacas, ligando-se aos receptores de estrógenos (ação estrogênica), resultando num efeito cardioprotetor obtido através do metabolismo de lipídeos - diminui o LDL-colesterol ("mau" colesterol) e aumenta os níveis de HDL-colesterol ("bom" colesterol).
· Câncer em geral. Estudos "in vitro" demonstraram que a genisteína inibe o crescimento de uma ampla variedade de células neoplásicas, incluindo células de mama, células de cólon e células da pele, além de inibir a atividade metastática de células de câncer de mama e células de câncer de próstata.
· Osteoporose. A daidzeína e a genisteína atenuam a perda de massa óssea devido à sua ação estrogênica, sendo responsáveis pelo efeito protetor das isoflavonas contra a osteoporose em mulheres na menopausa.
· Menopausa. As isoflavonas constituem uma alternativa terapêutica ao tratamento de reposição hormonal tradicional, proporcionando alívio aos sintomas da menopausa - sensação intensa de calor, palpitações, insônia e alteração do humor - e atuando na prevenção de doenças decorrentes da síndrome do climatério.
As isoflavonas são compostos naturalmente presentes na soja que integram uma classe de compostos denominados "fitoestrógenos" por possuírem estruturas químicas semelhantes aos estrógenos naturais e sintéticos.
EFEITOS TERAPÊUTICOS DAS ISOFLAVONAS E PROTEÍNAS DA SOJA
INTRODUÇÃO
Na última década, estudos epidemiológicos¹-³ com populações ocidentais e orientais mostraram que entre os asiáticos a incidência de cânceres de origem hormonal, fraturas ósseas, doenças cardiovasculares e sintomas da menopausa é 5-8 vezes menor. Uma análise qualitativa e quantitativa dos hábitos alimentares destas populações estudadas apontou o consumo da soja e de seus derivados como uma provável evidência dos efeitos protetores de uma alimentação rica em soja.
Esses estudos contataram que os asiáticos consomem 30-50 vezes mais soja do que os ocidentais e que a excreção urinária de isoflavonas (fitoestrógeno presente na soja, semelhante ao estrogênio humano) é de 2000-3000nmol/24h contra apenas 30-40nmol/24h nos ocidentais. Esses estudos demonstraram também que os orientais consomem em média 50-100mg de fitoestrógenos por dia, através da dieta habitual, enquanto que os ocidentais consomem em média menos que 1mg/dia²-4.
A primeira revisão científica sobre o assunto foi de Anderson e colaboradores em 1995, publicada no New England Journal of Medicine, através de uma meta análise correlacionando o consumo de soja e o risco de doenças cardiovasculares. Pela combinação dos resultados de 38 estudos clínicos que investigaram os efeitos da proteína da soja sobre os lipídios séricos, os pesquisadores concluíram que um mínimo de 25g de proteína de soja/dia, reduz os níveis de colesterol total em 9,3%, do LDL - colesterol em 12,9% e dos triglicerídeos em 10,5%. Esses resultados levaram a agência reguladora de (FDA), a reconhecer e aprovar a alegação "reduz risco de doenças cardiovasculares" para alimentos que contenham mais que 6,25g de proteína de soja/porção.
Atualmente, ambos, proteína e isoflavonas da soja têm sido intensamente estudados, existindo uma infinidade de artigos publicados em conceituados jornais médicos e científicos. A ampla e crítica revisão de literatura realizada por Knight e Éden em 1996, com cerca de 861 publicações é um exemplo disso.
No Brasil, segundo maior produtor de soja do mundo, somente cerca de 2% da produção chega à mesa do consumidor, sendo o restante exportado para países da América do Norte e Europa. Ao contrário dos orientais, o brasileiro não tem o hábito de consumir soja e para se beneficiar dos seus nutrientes e componentes ativos, precisaria ingerir uma grande quantidade deste grão.
O Life Selection®, alimento desenvolvido a partir de pesquisas científicas, permite à mulher incorporar o que há de melhor na soja em sua alimentação diária, de forma natural e prática, nutrindo e beneficiando ao mesmo tempo a sua saúde, sem apresentar efeitos colaterais. À base de isolado protéico de soja, sem lactose e enriquecido com harmoniosos nutriente, faz do Life Selection® o mais revolucionário produto do mercado neste seguimento:
Life Selection® vem de encontro às expectativas das(os) brasileiras(os) pouco habituadas com o sabor característico da soja e possibilita às mulheres usufruírem os seguintes benefícios:
· Alívio dos
sintomas da menopausa, funcionando como um substituto do
estrógeno endógeno;
· Redução do risco de doenças cardiovasculares;
· Redução do LDL-colesterol e aumento do HDL-colesterol;
· Melhora da saúde óssea, reduzindo a ocorrência de
osteoporose;
· Redução do risco de certos tipos de câncer, tais como mama
e colo de útero.
Os "FITOESTRÓGENOS" da Soja
As isoflavonas, substâncias presentes na soja, pertencem à família dos polifenóis, uma grande classe de componentes sintetizados pelas plantas. Uma propriedade comum dos polifenóis é sua atividade antioxidante. Contudo, eles têm outros mecanismos importantes, como é o caso dos isoflavonóides, que apresentam estrutura semelhante ao estrógeno humano e sintético. Por apresentar atividade estrogênica, essas substâncias são comumente referidas como fitoestrógenos.
A soja contém três tipos de isoflavonas, com quatro formas isoméricas:
1 - AGLICONAS: daidzeína, genisteína e gliciteína
2 - GLICOSÍDEOS: daidzeína, genistina e glicitina
3 -
ACETILGLICOSÍDEOS: 6" -0 -acetildaidzina
6" -0 -acetilgenistina
6" -0 -acetilglicitina
4 -
MALONILGLICOSÍDEOS: 6" -0 -malonildaidzina
6" -0 -malonilgenistina
6" -0 -malonilglicitina
As formas agliconas são formas ativas no nosso corpo, ou seja, aquelas verdadeiramente absorvidas e aproveitadas pelo nosso organismo. Portanto, ao considerarmos em uma análise de isoflavonas a soma de todas as formas, superestimamos a concentração verdadeira da isoflavona na sua forma ativa. A análise do conteúdo de isoflavonas do Life Selection®, determinou tanto as formas agliconas (ativas) quanto os glicosídicos conjugados (não ativos) presentes no alimento. O desenvolvimento do Life Selection®, assim como sua recomendação de uso foram realizados com base nas quantidades de isoflavonas nas formas agliconas (ativas). A Figura 1 mostra a estrutura molecular das isoflavonas agliconas.
Quando consumimos soja, as isoflavonas presentes são hidrolisadas no intestino por beta-glicosidades intestinais, as quais liberam as agliconas (daidzeína, genisteína e gliciteína) biologicamente ativas. Estas formas podem ser absorvidas ou fermentadas pela microflora intestinal, dando origem a vários metabólitos específicos. A daidzeína é metabolizada a equol ou Odemetilangolesina e a genisteína a petifenol. Admite-se que as formas conjugadas são absorvidas no íleo, após hidrólise para a forma aglicônica; as formas não-conjugadas são prontamente absorvidas no jejuno. As isoflavonas absorvidas são então transportadas para o fígado, onde são removidas da circulação sanguínea através da veia porta, retornando ao intestino pela via biliar, podendo ser excretadas pelas fezes. Porém, uma certa porcentagem consegue escapar do sangue portal sem passar pelo fígado, entrando na circulação periférica, alcançando os tecidos periféricos. Essas são então eliminadas pelos rins, de maneira similar aos estrogênios endógenos. Abaixo um esquema mostrando o metabolismo das isoflavonas em humanos e animais.

A biodisponibiliade
das isoflavonas da soja é influenciada por um intestino intacto,
saudável, com a microflora capaz de converter estas isoflavonas
às suas formas ativas.
Estudos mostram que a administração de antibióticos bloqueia o
metabolismo das isoflavonas pela microflora intestinal. Em
animais "germ fre" e em crianças alimentadas com
fórmulas infantis à base de soja nos primeiros 4 meses de vida,
a absorção das isoflavonas não ocorre, já que em ambos a
microflora intestinal é pouco desenvolvida.
MECANISMO DE AÇÃO DAS ISOFLAVONAS
As isoflavonas da soja podem agir de três diferentes formas: como estrógenos e anti-estrógeno, como inibidores de enzimas ligadas ao desenvolvimento do câncer e como antioxidantes.
A primeira forma de ação é justificada pelo fato das isoflavonas ligarem-se aos receptores de estrógeno, exercendo ação estrogênica ou antiestrogênica, dependendo do nível de hormônios sexuais endógenos. Essa capacidade se deve ao fato dessas substâncias de origem vegetal se comportarem como estrógenos verdadeiros, já que apresentou uma estrutura molecular muito semelhante a do estrogênio humano (figura 2). Estudos mostram que embora o efeito estrogênio desses fitoestrógenos seja muito "fraco" (em base molecular a potência das isoflavonas corresponde a 1x10 a 1x10-³ da atividade biológica do estradiol), eles podem ao mesmo tempo exercer um efeito agonístico e antagonístico sobre os estrogênios endógenos, porque competem pelos mesmos receptores. O efeito biológico das isoflavonas varia de acordo com a fase biológica da mulher. As isoflavonas têm um efeito de equilíbrio nos níveis de estrógenos endógenos que é benéfico durante toda a vida reprodutiva da mulher e durante o climatério.
Na pré-menopausa, quando a concentração de hormônios circulantes é alta, os receptores de estrógenos estão ocupados e as isoflavonas competem por esses sítios. Como apresenta menor atividade biológica do que os estrógenos endógenos, o resultado é uma fraca ação antiestrogênica das isoflavonas que pode resultar numa diminuição do risco de cânceres dependentes de estrógenos. Na pós-menopausa, quando a concentração do estrógeno endógeno circulante diminui em média 60% , os receptores ficam mais disponíveis, favorecendo a fraca ação estrogênica das isoflavonas, que acabam compensando a deficiência do hormônio humano. Dessa forma, além de proporcionarem uma melhora dos sintomas da menopausa, elas mantém uma ação estrogênica positiva no metabolismo ósseo, no sistema cerebral e no sistema cardiovascular, não obstante, apresentando uma ação neutra em mama e útero.

A segunda forma de ação das isoflavonas não está relacionada à atividade estrogênica, e sim, à inibição do crescimento de uma grande gama de células cancerígenas, incluindo aquelas que não são hormônio-dependentes. A explicação proposta é a capacidade das isoflavonas inibirem a atividade de enzimas como a tiroxina proteína quinase, responsável pela indução tumoral promovida pela fosforilação dos oncogenes, a ribosoma S6 quinase e a DNA topoisomerase I e II, enzimas que controlam o crescimento e a regulação celular. As isoflavonas podem também aumentar a concentração do fator ß de crescimento tumoral (TGF ß), que atua na inibição do crescimento de células cancerosas.
Finalmente, a terceira forma de ação diz respeito ao efeito antioxidante das isoflavonas, inibindo a produção de oxigênio reativo, que está envolvido na formação de radicais livres. Estudos mostram que ao atuarem como antioxidantes, as isoflavonas podem ter a capacidade de neutralizar ou tornar mais lenta a taxa de oxidação do LDL-colesterol. Produtos de soja em que as isoflavonas foram removidas tiveram pouco efeito sobre os níveis de colesterol em animais, quando comparados com produtos de soja contendo isoflavonas; estes produziram reduções significantes do colesterol. A genisteína inibe também a agregação plaquetária e a migração e proliferação de células da musculatura lisa. Essas células estão implicadas no fenômeno da agregação plaquetária.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS, "IN VITRO". EXPERIMENTAIS E CLÍNICOS COM SOJA E ISOLADO PROTÉICO
O isolado protéico de soja utilizado na formulação do Life Selection® é obtido a partir de soja desengordurada e descascada. A proteína (90%) é extraída com água, de modo a garantir a retenção de isoflavonas naturalmente produzidas, o que não é observado quando a extração é feita com álcool.
Existem inúmeros estudos relacionando o consumo das proteínas e isoflavonas presentes no isolado protéico de soja à redução do risco de doenças como o câncer, doenças cardiovasculares, osteoporose e alívio dos sintomas da menopausa. A seguir, discutiremos alguns destes estudos.
PROTEÍNAS E ISOFLAVONAS DA SOJA X SINTOMAS DA MENOPAUSA
Estudos mostram que a ingestão diária de 45mg de isoflavonas modifica as características do ciclo menstrual, prolongando sua duração. Os estudos lembram que ciclos longos estão relacionados a um baixo risco para câncer de mama e esse efeito de prolongamento do ciclo não ocorre quando se ingere um alimento à base de soja sem isoflavonas.
Brzezinski e colaboradores realizaram um estudo com 145 mulheres pós-menopausadas, recebendo dieta rica em fitoestrógenos (mais de 60mg isoflavonas/dia) durante 12 semanas. Houve redução dos sintomas da menopausa em 50% dos fogachos em 54% e da secura vaginal em 60%. Em outros dois estudos com mulheres na menopausa, consumindo isolado protéico de soja contendo de 50 a 90mg de fitoestrógenos/dia, os resultados foram positivos havendo alívio dos sintomas vasomotores, diminuição da incidência e severidade das ondas de calor.
No Brasil, em estudo da Escola Paulista de Medicina avaliou 80 mulheres na fase de menopausa entre janeiro e junho de 2000. Elas foram divididas em dois grupos. O primeiro recebeu 100mg de fitoestrógenos da soja/dia e o segundo recebeu placebo, durante um período de 4 meses. Os sintomas da menopausa, avaliados pelo Índice de Kupperman, foram reduzidos em 80% das mulheres do grupo com fitoestrógenos. No segundo grupo, o efeito placebo foi observado em 12,5% das mulheres. Os níveis dos hormônios FSH e estradiol foram diminuídos em 42% e aumentados em 37%, respectivamente, não havendo diferenças no grupo placebo. Ainda no grupo com fitoestrógenos, 87,5% das mulheres apresentaram diminuição nos níveis de colesterol sangüíneo.
PROTEÍNAS E ISOFLAVONAS DA SOJA X CÂNCER
O Câncer de mama é considerado a segunda causa de morte por câncer em mulheres no ocidente. O risco aumenta consideravelmente com a idade, mas seu desenvolvimento é também dependente dos hormônios associados à função ovariana: menarca precoce, menopausa tardia, gravidez em idade avançada e em mulheres na pós-menopausa, além de concentrações altas de estradiol no plasma.
Vários estudos com animais mostram que o consumo de isoflavonas da soja inibe quimicamente tumores mamários induzidos. Estudos "in vitro" também mostram que a genisteína inibe o crescimento de células humanas cancerígenas da próstata e mama.
Muitos estudos clínicos têm sido conduzidos para avaliar o efeito dos componentes ativos da soja sobre o câncer de mama. Em estudo realizado em 144 mulheres voluntárias com diagnóstico precoce e recente de câncer de mama, o efeito do tratamento com fitoestrógenos foi investigado. Antes do estudo, uns questionários, testes de urina de 72 horas e testes sangüíneos foram ministrados. A urina foi analisada para as isoflavonas daidzeína, genisteína e equol. Ajustes estatísticos foram feitos para a idade da menarca, paridade e ingestão total de álcool e gorduras. Os resultados mostraram que e excreção aumentada de daidzeína e equol estava associada com a redução do risco de evolução do câncer de mama. O risco entre as mulheres submetidas ao tratamento foi quatro vezes menor que aquelas que não ingeriram as isoflavonas.
Estudos recentes também apontam para um efeito benéfico dos fitoestrógenos na próstata. No Havaí, um estudo em longo prazo com 8.000 homens descendentes de japoneses, mostrou que homens que comem tofu diariamente apresentam 1/3 a menos de chance de desenvolver câncer de próstata quando comparados àqueles que consumiam o alimento uma vez por semana. Vários seriam os mecanismos envolvidos, entre eles destacam-se: a indução da adesão das células cancerígenas da próstata pela genisteína, inibição direta do crescimento celular e indução de apoptose (a inibição do crescimento das células cancerígenas parece ser independente do efeito estrogênico da genisteína). Um estudo "in vitro" mostrou que a genisteína para a conversão da testoterona para dihidrotestoterona implicada no câncer de próstata.
PROTEÍNAS E ISOFLAVONAS DA SOJA X DOENÇAS CARDIOVASCULARES
As doenças cardiovasculares são responsáveis pelo maior índice de mortalidade no Brasil e nos países industrializados. Para prevenir e evitar a progressão dessas doenças, dietas com baixos teores de ácidos graxos saturados e colesterol, rica em isoflavonóides e antioxidantes tem sido recomendadas. O Life Selection® com seus nutrientes e substâncias ativas possui praticamente todas essas características, é isento de gordura saturada e colesterol e é rico em isoflavonóides, que possui ação antioxidante.
Anderson et al combinando resultados de 38 estudos clínicos concluíram que um mínimo de 25g de proteína de soja dia pode reduzir os níveis sérios de colesterol, triglicerídeos, HDL-colesterol e aumentar a fração HDL-colesterol (figura 3).

Teede et al avaliaram em um estudo randomizado, duplo-cego, a pressão sangüínea, a lipidemia, a função vascular e endotelial de 213 pessoas saudáveis (108 homens e 105 mulheres na menopausa), na faixa etária de 50-75 anos, consumindo ou isolado protéico de soja (40g de proteína de soja, 118mg de isoflavonas) ou placebo (caseína), por 3 meses. Nas pessoas que consumiram soja, comparadas com o placebo, o conteúdo de fitoestrógenos na urina aumentou, acompanhado de uma diminuição significante da pressão sangüínea. A soja causou também grandes alterações na lipidemia, comparada com o placebo (p<0,001). Houve uma redução na taxa de LDL/HDL colesterol (p<0,05) e de triglicerídeos (p<0,05). Nenhum efeito adverso foi notado durante o estudo. A figura 4 mostra os resultados da pesquisa.

Estudos recentes mostram também que apesar das isoflavonas apresentarem efeito sobre a complacência arterial, elas não alteram as taxas de LDL e HDL-colesterol em homens e mulheres, a não ser que a ingestão venha acompanhada de proteínas da soja. Estudos como os de Crouse et al mostram que preparações que contém pelo menos 38mg de isoflavonas agliconas/25g de proteínas de soja reduzem significamente o LDL-colesterol em pacientes com hiperlipidemia. Por isso, alguns pesquisadores têm sugerido ao FDA que os produtos de soja deveriam conter pelo menos 2mg de isoflavonas por grama de proteína. Em razão disto, o uso de tabletes ou cápsulas que contenham somente fitoestrógenos isolados tem sido contestado, uma vez que o conteúdo de proteína da soja é insignificante.
PROTEÍNAS E ISOFLAVONMAS DA SOJA X OSTEOPOROSE
A incidência de fraturas por osteoporose é muito menor no Oriente. Em Hong Kong, a incidência de fraturas de bacia em homens e mulheres com idade superior a 85 anos é 1/3 da que ocorre na América. Esses baixos índices têm sido empregados para demonstrar os efeitos protetores do consumo de produtos à base de soja.
Os estudos mostram que além do efeito estrogênico, a soja pode atuar de outra maneira na prevenção da osteoporose. As proteínas de um modo geral exercem um efeito calciúrico (cada grama consumida corresponde a 1mg de cálcio na urina), sendo mais intenso quando a ingestão excede muita a necessidade. A calciúria é muito menor quando se ingere a proteína da soja, provavelmente devido ao baixo conteúdo de aminoácidos sulfurados presentes.
Vários estudos examinaram os efeitos do consumo de soja na perda mineral óssea em mulheres no climatério e pós-menopausa. Um estudo conduzido com 66 mulheres durante 6 meses, avaliou os efeitos de 3 dietas: uma dieta composta de 40g de proteína da caseína, uma dieta composta de 40g de proteína de soja + 56mg de isoflavonas e uma dieta contendo 40g de proteína de soja + 90mg de isoflavonas. A dieta contendo 90mg de isoflavonas resultou num aumento significante da densidade mineral óssea da região lombar quando comparado com o grupo controle.
Em outro estudo, os objetivos foram determinar os efeitos da ingestão de isolado protéico com isoflavonas (80,4mg dia) em atenuar a perda óssea durante a fase de climatério. Quarenta e oito mulheres foram divididas em dois grupos: grupo teste e grupo controle, que consumiu placebo (proteína de trigo). O estudo teve a duração de 6 meses. O grupo tratado com soja apresentou um efeito positivo sobre a densidade mineral óssea da região lombar (5,6%) e sobre o conteúdo mineral ósseo (10,1%), o que levou os pesquisadores a concluírem que a soja e suas isoflavonas atenuam a perda óssea da espinha lombar em mulheres no climatério.
Life Selection® além de conter isoflavonas e proteínas da soja nas quantidades recomendadas pelos estudos científicos, apresenta em sua composição 1200mg de cálcio/100g, mineral importante para a saúde óssea. O consumo de 2 porções suprem praticamente 90% das necessidades diárias ingeridas desse mineral (IDR). Por isso, a suplementação de cálcio durante a menopausa torna-se em geral dispensável com o uso de Life Selection®.
LIFE SELECTION® : SEUS SIGNIFICATIVOS BENEFÍCIOS À SAÚDE
O complemento alimentar Life Selection® foi desenvolvido com o que há de melhor na soja, ou seja, o isolado protéico extraído com água, rico em proteínas (44,5 a 57,9g/100g*) e isoflavonas (150mg/100g). Os componentes nutricionais foram harmoniosamente desenvolvidos e sinergicamente agregados, proporcionando o equilíbrio necessário. A quantidade de isoflavonas presente foi minuciosamente controlada de forma a fornecer exatamente os teores indicados nos estudos científicos. Atualmente, de acordo com as orientações do FDA, 30-60mg de isoflavonas/dia na forma de aglicona é recomendado para se obter os benefícios e de acordo com Cassidy et al, para mulheres em pré-menopausa, a ingestão de 50mg/dia é suficiente.
Diferente das cápsulas que priorizam somente os fitoestrógenos, a presença das proteínas da soja, cálcio e da vitamina D, no Life Selection® potencializam os efeitos do alimento na redução do risco de doenças. A total ausência de efeitos colaterais, na sua utilização, e os seus elevados benefícios à saúde, são suficientes para que todas as mulheres o consumam de forma regular.
LIFE SELECTION® X TERAPIA DA REPOSIÇÃO HORMONAL (TRH)
Para a maioria das mulheres na menopausa, coloca-se a decisão de iniciarem ou não a terapia de reposição hormonal, que embora ofereça proteção para as doenças cardiovasculares, reduza a extensão da osteoporose, melhore a função cognitiva e alivie os sintomas da menopausa, muitas vezes ocorre às custas de alguns problemas colaterais, dentre os quais destaca um maior risco de carcinoma do endométrio e da mama. Estatísticas evidenciam também um abandono do tratamento de aproximadamente 70% das pacientes até o terceiro ano de uso, devido a efeitos secundários como edema, ganho de peso, alterações vasculares e hemorragias. Por esses motivos e pelo fato de estar contra indicada em algumas situações clínicas*, sua recomendação universal ainda é motivo de controvérsias.
Contra indicações para TRH
· Forte
histórico de câncer na família;
· Câncer de mama ou lesão suspeita ainda sem diagnóstico;
· Hiperplasia ductal atípica na mama;
· Câncer ou que já fizeram tratamento contra o câncer;
· Caso de tromboflebites de repetição;
· Caso de trombose venosa familiar;
· Insuficiência hepática.
Modo de usar:
Usar como medidor 2 colheres de sopa, média de 25g de Life Selection® em um copo com 200 ml de água ou suco - quente ou gelado - mexa bem. Usando a quantidade indicada, pode-se combinar Life Selection® também com frutas, leite, sorvetes, iogurte, achocolatados.
Life Selection® deve ser consumido, se possível, sempre no mesmo horário, preferencialmente no café da manhã. Para obter os efeitos benéficos nas quantidades adequadas ao organismo, use Life Selection® 1 ou 2 vezes, todos os dias.
1 Porção (25g) de Life Selection® tem, em média, as mesmas calorias de 1 porção (25g) de leite em pó desnatado.
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Atualização Automática: sábado, 07 de fevereiro de 2009
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