PURE PRÓ FIBER - DR GEL

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e Indicações

PURE ESSENCE

H O M E

ESTUDOS DIDÁTICOS, CIENTÍFICOS,

 REFERENCIAIS E BIBLIOGRÁFICOS DO

Apple Fiber Juice

Regularização do sistema gastrointestinal e mais saúde e vigor!

Desintoxicação suave e profunda!

***

P-313

500 ml

  novo

 

 Artigo

INTRODUÇÃO

 

ALIMENTOS FUNCIONAIS – PROBIÓTICOS, ENZIMAS E LACOBACILUS.

 

A alimentação e a suplementação alimentar não são somente uma questão de sobrevivência e saúde, elas devem melhorar especificamente a função do sistema digestivo e intestinal.

 

Um dos principais objetivos da função do tubo digestivo é a incorporação de substâncias simples no metabolismo celular. Isto se consegue fundamentalmente através da digestão e absorção dos alimentos e suplementos especiais como o PRÓ FIBER DR GEL. A digestão implica a fragmentação de moléculas complexas nos seus constituintes mais simples, que absorvemos posteriormente e utilizamos como energético ou incorporamos nos nossos próprios tecidos. Os elementos chave da digestão são as enzimas digestivas, cuja função é romper as ligações entre os componentes do alimento. O PRÓ FIBER é uma resposta científica e saudável capaz de ajudar nosso corpo a suportar e ao limpar do número cada vez maior de alimentos industrializados, os elementos potencialmente nocivos em nosso organismo, também são mais freqüentes (conservantes, corantes, pesticidas, entre outros). É por isso que os indivíduos que se preocupam mais sobre a sua própria saúde, uma dieta equilibrada e o meio ambiente, entre outros, e estão cansados de ingerir comidas com rótulos de alimentos vazios. Os alimentos devem melhorar especificamente a função do sistema digestivo e intestinal, o que o PRÓ FIBER faz com naturalidade e segurança.

 

O PRÓ FIBER - DR GEL ®  é a mais distinta combinação de fibras e de ervas naturais desenvolvido para ajudar os seres humanos a tonificar e manter o corpo saudável através de uma desintoxicação suave e eficiente. Com este produto você poderá desintoxicar seu corpo sem nenhum aditivo ou substâncias químicas. Você terá uma resposta efetiva em termos de desintoxicação  funcionamento digestivo, intestinal, respiratório, sangüíneo, linfático. Este é o produto definitivo que auxiliará o corpo no processo de limpeza interna.

 

O PRÓ FIBER - DR GEL ® através de sua ação no sistema digestivo, nos intestinos, no sangue e em todo o organismo; ajuda a promover a ação natural do corpo; as células começam a funcionar eficazmente e gradualmente, melhorando a forma do corpo, o vigor, e o bem-estar.

Ajuda na regularização das funções digestivas, intestinais de limpeza e depuração dos sistemas sangüíneo e linfático, além da limpeza dos brônquios, é fonte de minerais, vitaminas (inclusive as do Complexo B), aminoácidos, ácidos graxos polinsaturados (ômega  3 e 6). 

Age na lubrificação dos intestinos (hidratação – ação emulsificadora), ajuda a manter o balance da flora intestinal, mantém características probioticas. Diferente dos demais produtos do mercado, que não podem ter uso permanente devido à desidratação. Fórmula suave que coopera com a limpeza do cólon (intestino grosso).

Auxilia também:

·          na lubrificação das paredes do aparelho digestivo.

·          na perda de peso e na remoção de parasitas.

·          no processo de digestão, pois é fonte de enzimas.

·          no combate a: enxaqueca, fadiga, prisão de ventre, insônia, diarréia, obesidade, bronquite (aguda, subaguda, crônica), bronquite asmática, gastrite (aguda, crônica), cólon irritado (colite), asma brônquica, enfisema, sinusite, faringite, gengivite, hemorróidas, colesterol elevado (LDL), triglicerídeos, alergias e outros.

 

O PRÓ FIBER - DR GEL ® atua ainda auxiliando no processo de depuração do organismo, agindo nos casos de: dermatopatias, acne, eczema, psoríase, ictíase, furunculose, abscesso, hiperglicemia (Diabetes mellitus), obesidade com retenção de líquidos e gorduras, hipertensão arterial, ajuda a regular: dismenorréia, amenorréia, corrimento; remineralizante, ajuda na reposição de Vitaminas A, C Complexo B e E.

 

Quando nossos intestinos funcionam adequadamente, o corpo responde com mais saúde, temos mais energia e nossa mente funciona com maior eficiência.

 

PRÓ FIBER - DR GEL – FONTE DE ENZIMAS

 

Um dos principais objetivos da função do tubo digestivo é a incorporação de substâncias simples no metabolismo celular. Isto se consegue fundamentalmente através da digestão e absorção dos alimentos. A digestão implica a fragmentação de moléculas complexas nos seus constituintes mais simples, que absorvemos posteriormente e utilizamos como energético ou incorporamos nos nossos próprios tecidos. O elemento chave da digestão é as enzimas digestivas, cuja função é romper as ligações entre os componentes do alimento. Qualquer tipo de transtorno, sobretudo a nível enzimático, produz em nós alterações da degradação dos alimentos e, como conseqüência, também da absorção dos alimentos. Tudo isto se traduz numa sintomatologia variada, difícil de definir e interpretar e, por vezes, muito variável de pessoa para pessoa. Entre os sintomas mais típicos destacam-se: sensação de enfartamento, flatulências, gases, arrotos, alteração da evacuação intestinal, anorexia, entre outros.

 

INGREDIENTES

 Água deionizada, Ameixa desidratada, Tamarindo desidratado, Inulina, Bifidobacterium bifidum, Colágeno hidrolisado, Vitamina B.3, Magnésio, Óleo de coco, Cromo, Glicerina umectante, Goma Xantana, extrato de frutas vermelhas, Ácido cítrico, Corante clorofila, Conservante Sorbato de potássio.

CONSIDERAÇÕES SOBRE ALGUNS INGREDIENTES:

  

CONSTIPAÇÃO INTESTINAL

Constipação intestinal é conceituada como freqüência das evacuações inferior a três vezes por semana; outros sugerem acrescentar que deva haver dificuldade de evacuação em 25% das vezes.

A prisão de ventre ou constipação intestinal é uma perturbação funcional intestinal, freqüentemente, causada pelos maus hábitos alimentares, falta de exercício ou alterações emocionais. É a eliminação difícil ou retardada das fezes, e quando ocorre permanece a sensação de evacuação incompleta. Para a evacuação ser normal, ela deve realizar-se sem esforço excessivo e sem dor.

A freqüência normal dos movimentos intestinais varia de pessoa para pessoa, e o número de defecações pode oscilar de duas a três vezes ao dia até apenas duas vezes por semana. A função do cólon do intestino é reabsorver água e minerais , armazenar e evacuar. Mais ou menos 2/4 dos líquidos e resíduos que entram no intestino são absorvidos, sendo eliminados os sólidos que formam as fezes.

As fezes são estocadas no cólon intestinal e através de contrações do sigmóide elas são empurradas até o reto. Quando o cólon fica cheio, a movimentação do bolo fecal para o reto faz com que a pessoa tenha urgência em defecar, e por hábito pense em ir ao banheiro. Nesta hora os músculos do esfíncter do ânus relaxam, e uma onda de contração do cólon empurra para fora as fezes. Os incômodos freqüentes associados à prisão de ventre são: dores de cabeça, distensão abdominal e mau hálito. Se os sintomas persistirem por muito tempo, deve-se procurar um médico. A constipação intestinal é devida a uma alteração das contrações musculares rítmicas do intestino, o chamado peristaltismo. As causas são variadas, e produzidas por maus hábitos, como alimentação rica em gorduras e pobre em fibras, além da vida sedentária e do hábito de conter e adiar a defecação.

É bom lembrar que constipação intestinal na maioria das vezes não é uma doença, mas um sintoma. Como sintoma, pode indicar diversas doenças: dos cólons, neurológicas, endócrinas e metabólicas, medicamentosas e psicogênicas. Em 90 % dos casos que não apresentam causa orgânica, entretanto, a principal constatação é a deficiente ou inadeuqada ingestão de fibras e água na alimentação. Entre as causas orgânicas destaca-se pela incidência o Dolicocolon, que é o alongamento do intestino grosso, particularmente de sua porção esquerda. Medicamentos de uso comum podem provocar ou agravar constipação. Para citar apenas alguns: analgésicos, antiarrítmicos, antiácidos a base de cálcio e alumínio, antidepressivos, principalmente os tricíclicos, diuréticos e ferruginosos. Mesmo a infecção urinária pode manifestar-se como constipação intestinal.

Muitas pessoas acreditam erroneamente que a defecação diária é indispensável e queixam-se de prisão de ventre, porque pensam que a freqüência de suas evacuações é abaixo da esperada. Outras se preocupam com o aspecto ou consistência das fezes, embora muitas vezes a principal queixa seja a falta de satisfação com o ato de defecar. Referem também que as fezes eliminadas são endurecidas. Como conseqüência muitos pessoas acabam agredindo o cólon do intestino com laxantes, supositórios e enemas, sem indicação médica.

No Brasil, 27% da população sofrem de constipação intestinal. Cerca de 60% dos usuários de laxantes sofrem de constipação intestinal há pelo menos cinco anos. Aproximadamente 46% das pessoas com constipação intestinal não fazem nenhum tipo de tratamento medicamentoso, 35% dos entrevistados usam medicamentos que não necessitam de prescrição médica. O comportamento típico dos usuários de laxantes é recorrer às farmácias (29%) ou ao médico (18%). 

 

A de evacuação pode levar a um ciclo de sofrimento e redução da freqüência de evacuações, e isto pode causar depressão. Com isso, para evitar a constipação, tais pessoas tornam-se dependentes dos laxantes ou perdem muito tempo no banheiro. A duração da constipação e a idade do paciente são fatores importantes para que ocorra uma decisão na linha de investigação a seguir para se encontrar a causa da anormalidade.

A mudança dos hábitos intestinais em pessoas idosas pode ser devido às anormalidades do cólon ou a um problema sério. O bloqueio no cólon pode levar a necessidade de ser utilizado um estudo com contraste radiológico, a colonoscopia. Sangramento pelas fezes pode ser uma pista importante e sinal de alerta. Se não for devido a problemas retais, como hemorróidas, fissuras ou traumatismo local pelas fezes endurecidas observadas ao toque retal e exame local  a visualização do cólon será imperativa. A constipação pode ser devido ao uso de medicamentos como os anti-hipertensivos e vasodilatadores e outros, e se os sintomas passam a acontecer após o uso de um novo medicamento, profissional de saúde deve considerar a mudança de remédio e ou medidas dietéticas.

Esta condição de constipação favorece o crescimento de bactérias putrefadoras, o que podemos reconhecer pelo cheiro das fezes , estas produzem substâncias tóxicas que podem levar o corpo a um estado de toxemia. Estas toxinas acabam por ser absorvidas pelo organismo, prejudicando o funcionamento de outros órgãos e até causar tumores cancerígenos.

Trinta e seis substâncias tóxicas foram isoladas no cólon humano, resultado da decomposição bacteriana das proteínas. De acordo com a flora bacteriana intestinal e os aminoácidos presentes no lúmen intestinal é que se sabe o produto final: indol, escatol, fenol e cresol, quando passa através das paredes intestinais, estas substâncias podem entrar no sistema linfático e são transportadas diretamente para o fígado (estas cargas tóxicas ocorrem prolongadamente quando o cólon não funciona adequadamente, levando o fígado a não se desintoxicar). O prejuízo desta função não pode acontecer já que o sangue que irriga o intestino passa pelo fígado antes que seja enviado aos diferentes tecidos do corpo.

Detalhando alguns dos gases produzidos no intestino pelas bactérias intestinais temos:

INDOL: produto da degeneração do triptofano. É eliminado através do fígado, rins, provoca câncer na bexiga.

ESCATOL: produto da decomposição bacteriana do triptofano. Substância antagônica da acetil colina e do potássio o que prejudica a circulação sangüínea, causa problemas no SNC, como tremores. Causa ainda anemia e má absorção a nível intestinal.

PUTRECINA E CADAVERINA: causam hipertensão.

HISTAMINA: produto da decomposição do triptofano. Provoca cefaléia, depressão, arritmia cardíaca, hipertensão e colapso cardíaco,  inchaço , aumenta as secreções nasais e o  provoca o estreitamento das vias respiratórias, gerando os sintomas das doenças alérgicas.

SULFURETO DE HIDROGÊNIO: produto da decomposição da parte sulfúrica dos aminoácidos. Tem odor desagradável, sua toxicidade é igual a do cianureto provocando debilidade muscular e transtornos neuro-circulatório, tais como náuseas, taquicardia, cianose e sudorese intensa.

TIRAMINA: toxina provocada pela ação das bactérias putrefadoras. Esta toxina provoca aumento da pressão sanguínea.

FENOL: substância produzida por bactérias putrefadoras, a partir do aminoácido tiroxina. É corrosivo. Provoca danos hepático e renal.

Outros: Neurina, Tiramina, etc.

Além dos sintomas acima citados as toxinas intestinais ainda podem causar cansaço, transtornos nervosos, carências nutricionais, dermatites, alergias, transtornos hormonais, cefaléia, artrites, asma, transtornos na tireóide e etc.

Sabe-se que a constipação crônica também cria uma pré-disposição para o desenvolvimento do câncer.

O INTESTINO GROSSO: ÓRGÃO CHAVE DOS ALIMENTOS FUNCIONAIS

O intestino grosso é um órgão muito complexo que apresenta uma grande atividade mas, apesar disso, é subvalorizado com freqüência o papel que cumpre quanto à assimilação de alimentos e, conseqüentemente, não se lhe dá na dieta a importância que lhe é devida. Existem centenas de espécies individuais de bactérias que são residentes no cólon humano. Cada uma das bactérias presentes tem atividades variáveis dependendo do substrato (hidratos de carbono, proteínas, lipídeos), pH, nível de oxigênio, entre outros, que possuem no intestino grosso. Os movimentos peristálticos do cólon, defesas do indivíduo e a dieta jogam um papel importante na manutenção do ecossistema intestinal. Os microorganismos residentes na parte direita têm um abastecimento abundante de nutrientes dietéticos e, por isso, crescem a uma velocidade relativamente rápida. Noutras regiões, a disponibilidade de substratos é menor e as bactérias crescem mais lentamente.

A microflora preferível é a responsável pela fermentação em que predomina o sentido benéfico, em oposição aos efeitos potencialmente prejudiciais que pode produzir a flora da putrefação. Entre as espécies reconhecidas geralmente com efeitos benéficos, estão as bífido-bactérias e lactobacilos, a que se atribuem diversas funções que promovem a saúde, como acidificação do conteúdo intestinal, efeitos imunoestimulantes e inibitórios do crescimento das bactérias prejudiciais. Um alimento colono ou colonizador define-se como um ingrediente ou componente alimentar que, durante a sua evolução ao longo da parte superior do trato gastrointestinal, não é modificado nem transformado e, conseqüentemente, chega ao cólon sem se alterar, exercendo efeitos fisiológicos e/ou bioquímicos benéficos para a saúde do hóspede. Os alimentos colonizadores podem ser classificados em: probióticos, prebióticos e simbióticos.

Menção à parte merece o ácido láctico, o qual apesar de não poder ser considerado como um verdadeiro alimento do cólon, é uma substância procedente do metabolismo próprio das bactérias intestinais de tipo fermentativo, que impede a implantação de tipo de bactérias patogênicas.

COLONTERAPIA

Colonterapia, hidroterapia de cólon ou hidro-colonterapia. A hidroterapia do cólon é uma forma extensa e mais completa de limpeza, sem os efeitos desagradáveis dos enemas comuns. Uma solução lógica, natural, higiênica, inócua, inodora e indolor dos problemas crônicos provocados por mal funcionamento intestinal. Consiste em uma suave infusão de água regulando sua temperatura e pressão está desenhada para a limpeza total do intestino, desde o reto até o cecco. Este processo de limpeza remove as fezes, gases retidos, catarro, elimina vermes e material infeccioso.

PATOLOGIAS ASSOCIADAS

OBESIDADE

O princípio básico do emagrecimento é normalizar o funcionamento do aparelho digestivo. Com a presença de fibras no intestino, as bactérias do cólon passam as formas estreptococos e lactobacilos que regularizam a fermentação e diminuem a absorção de carboidratos; além de provocar um aumento na eliminação de lipídios e triglicerÍdeos nas fezes a cada evacuação. Recentemente foi demonstrado que fibras, entre elas a pectina, são capazes de baixar o nível de glicose no sangue de pacientes diabéticos.

CÂNCER DE CÓLON

O câncer cólon retal é a segunda forma mais comum de câncer visceral (depois do de pulmão) nos Estados Unidos e Europa. Com cerca de 150.000 novos casos sendo diagnosticados a cada ano e aproximadamente 60.000 mortes causadas por ele.

Com relação a fatores ambientais e hábitos dietéticos, estudos realizados em japoneses e poloneses que imigraram para os Estados unidos mostraram que, apesar desses grupos terem vindo de áreas de baixa incidência, dentro de um período de 20 anos adquiriram uma incidência comparável àquela dos americanos nativos. É digno de menção que ambos os grupos, em sua maior parte,  passaram a adotar práticas dietéticas do país adotivo, muitos diferentes daquelas de seus países de origem.

A causa do câncer de cólon não é totalmente conhecida, havendo, no entanto, provas que sustentam ahipótese que uma dieta rica em fibras e pobre em gorduras (triglicerídeos), podem diminuir o risco de ocorrência do câncer de cólon. Estudos mostram que o risco de adquirir câncer cólon-retal se reduz a um terço em indivíduos que ingerem elevados níveis de fibras. Outros estudos recentes mostram ainda que as fibras insolúveis estão particularmente ligadas com a prevenção desta enfermidade.

Em dietas de baixo teor fibroso, a flora intestinal os elementos predominantes são as bífido-bactérias. Pacientes submetidos a essa dieta, sem saber, estão convertendo seus próprios ácidos biliares, inofensivos, em substâncias cancerígenas dentro do intestino grosso. Com a alimentação rica em fibra natural predominam na flora intestinal os estreptococos e lactobacilos que não atacam os ácidos biliares; além de aumentar a secreção fecal dos ácidos biliares e diminuir o tempo de contato dos restos alimentares tóxicos com a parede do cólon e aumentar a probabilidade do desenvolvimento de câncer.

Alguns dos fatores dietéticos mais importantes que parecem predispor incidência mais alta de câncer colonretal são:

- Baixo conteúdo de fibras vegetais inabsorvíveis;  Alto conteúdo de carboidratos refinados; Alto conteúdo de gordura.

Foi mostrado que uma ingestão reduzida de fibras vegetais em geral está associada com aumento compensador no consumo de açúcares refinados. O conteúdo reduzido de fibras resulta em menor massa fecal, maior tempo de trânsito no intestino e uma flora bacteriana alterada do conteúdo intestinal. Os produtos degradados dos alimentos ricos em carboidratos estão presentes, portanto, em concentrações mais altas na pequena quantidade de fezes e continuam em contato com a mucosa do cólon por períodos de tempo mais longos. A flora bacteriana alterada com maior número de organismos clostrídicos e bacteróides e menor número de enterococcos e outras bactérias anaeróbicas no cólon dá origem a uma desintegração mais completa dos sais biliares e esteróis nas fezes (ambos relacionados com dietas ricas em gorduras animais), resultando talvez na formação de um carcinógeno ou co-carcinógeno que poderia desencadear, promover ou potencializar o aparecimento de um câncer.

Esta condição de constipação pode levar a uma toxemia, que é uma forma de envenenamento endógeno sanguíneo causado pela absorção de bactérias ou toxinas através das paredes intestinais.

No intestino grosso se encontra a maior fonte de contaminação por bactérias em todo o corpo. A Constipação é uma ameaça para a saúde e vitalidade. A conseqüência deste mal esta se tornando cada vez mais predominante na nossa sociedade. É a raiz que causa muitos problemas no corpo, e é também o sintoma de um quadro muito extenso.

CÂNCER DE MAMA

Existe um consenso geral de que os hormônios reprodutores, principalmente os estrógenos, estão relacionados com a etimologia do câncer de mama. A ingestão de gordura e fibra também tem sido relacionada com as concentrações de estrógenos em mulheres. Verificou-se a existência de uma correlação positiva entre gordura na dieta e uma correlação inversa entre a ingestão de fibra e a concentração deste hormônio. O tipo de fibra mais eficaz,. de acordo com estudos realizados, são as fibras insolúveis.

DIVERTICULITE

Acredita-se que esta doença seja conseqüência da pressão feita sobre o cólon por um resíduo duro, seco e pequeno, e do esforço necessário para impulsionar este fragmento fecal. Os alimentos ricos em fibras, particularmente as fibras insolúveis e algumas frutas, aliviam este estado, reduzindo a pressão e amolecendo e aumentando o tamanho das fezes, condições que apressam o trajeto pelo cólon.

DIABETES

 Descobriu-se que dietas ricas em fibra reduzem ou eliminam a necessidade de insulina em alguns diabéticos dependentes do hormônio e também dos não dependentes. Os estudos deixam bem claro também que a fibra solúvel permite uma liberação intestinal lenta e constante da glicose proveniente da dieta, fator de importância indiscutível para o diabético. Recomenda-se também o consumo de carboidratos complexos (amidos associados à fibra) em substituição à algumas gorduras.

HIPERCOLESTEROLEMIA

Foi comprovado em condições experimentais, que os componentes da fibra solúvel reduzem os níveis de colesterol sérico em algumas pessoas. O efeito de redução do colesterol é mais significativo   quando os níveis de colesterol iniciais são normalmente altos, levando portanto á conclusão de que o grau de resposta à dietética parece não depender apenas do tipo de fibra,  mais também dos níveis de colesterol do paciente. A diminuição dos níveis de colesterol pode reduzir significantemente o risco de doenças coronarianas (exemplo: o infarto).

AS FIBRAS

Já no início do século, Are Waerland, um médico sueco, apontava a importância da presença das fibras de celulose dos cereais integrais, das folhas e das frutas em nossa alimentação diária para que nossos intestinos possam funcionar bem, para a prevenção e cura de doenças e termos saúde. Durante dezenas de anos não lhe foi dada grande atenção e nem a importância das fibras, no meio médico e na indústria de alimentos, até que outro médico, Dr. Burkitt, este da marinha inglesa, notou que seus marinheiros sofriam comparativamente muito mais de doenças tais como apendicite, colite, hemorróidas, diverticulose, diverticulite e tumores cancerosos do cólon e do reto, do que os nativos da África. Procurando respostas, encontrou novamente as fibras de celulose dos alimentos não industrializados. Ou seja, as fibras que encontramos nas verduras, nos pães e biscoitos feitos com trigo integral, no arroz integral, nas folhas tais como a couve, o repolho, o agrião, a catalona, nas frutas e raízes tais como a cenoura, o nabo, a batata doce, etc.


As fibras são constituintes naturais das plantas e representam a estrutura da parede celular vegetal, um conjunto de diversos componentes, que resiste à digestão das enzimas e demais secreções digestivas do homem. As fibras dietéticas podem ser classificadas em dois tipos :

 
Fibra Insolúvel

A Celulose a Hemicelulose e a Lignina são os principais componentes deste grupo que, por não ser solúvel em água, é conhecido como fibra insolúvel. É característica do farelo de trigo, de grãos integrais e verduras. Sua principal ação no organismo é provocar um aumento do bolo fecal e a redução do tempo de passagem pelo intestino. Daí sua importância na prevenção da prisão-de-ventre.

 
Fibra Solúvel

A Pectina  os amidos, possuem os principais componentes desse tipo de fibra, são conhecidos como fibras solúveis, pela sua solubilidade em água. Entre os alimentos mais ricos em fibras solúveis encontram-se as leguminosas, a aveia, a cevada, algumas frutas e verduras. Sua principal ação fisiológica é verificada no metabolismo dos lipídios e da glicose. Vários estudos indicam que este tipo de fibra pode ajudar na redução dos níveis sanguíneos de colesterol, bem como na absorção intestinal da glicose proveniente dos alimentos.

A fibra dietética é encontrada apenas em alimentos vegetais. Todos os componentes da fibra dietética encontram-se em diversas quantidades e combinações nas folhas, talos, flores, tubérculos, raízes e sementes das plantas. A fibra aumenta com a idade da planta e legumes inteiros contém mais fibras que o suco dos mesmos, já que a fibra é geralmente concentrada na casca e camadas externas, fazendo com que boa parte da fibra seja perdida ao se descascar os alimentos. Geralmente os legumes devem ser cozidos no vapor, para se preservar a fibra, bem como os nutrientes solúveis em água. Processos de refino reduzem a quantidade de fibra (por exemplo, a farinha branca tem menos fibra que a farinha integral).

 

Efeitos Diretos

 

A fibra afeta o processo de digestão desde a boca. Alimentos ricos em fibra requerem mastigação mais prolongada, o que estimula o fluxo de saliva. A mastigação exerce, também, um efeito direto sobre o hipotálamo, produzindo uma sensação de saciedade (come-se menos). A fibra solúvel retarda o esvaziamento gástrico ao aumentar a viscosidade do que se encontra no estômago (come-se menos vezes).

Ao chegarem os alimentos ao intestino, a fibra insolúvel aumenta seu volume e o peso do bolo alimentício, reduzindo o tempo do trajeto deste pelo trato intestinal. É comprovada a eficácia do farelo de trigo como agente formador do bolo fecal, sendo amplamente conhecido seu efeito laxante.

Ao chegar ao cólon, alguns tipos de fibras são fermentados, em graus variáveis, pela ação bacteriana, produzindo ácidos graxos de cadeia curta, gases e água. Este tipo de fermentação favorece a população bacteriana do cólon, que traduz em aumento do peso das fezes e, por conseguinte, em trajeto mais rápido destas pelo cólon.

 

Apresentação - Frasco com 500 ml.

 

RECOMENDAÇÃO DE CONSUMO:

Adulto: Tomar 1 medida (15 ml) em um copo com 200 ml de água morna ou suco 2 vezes ao dia - 15 minutos antes do café da manhã e à noite.

Crianças: Tomar ½ medida em um copo com 200ml de água ou suco 15 minutos antes do café da manhã.

Contra Indicações: Grávidas e Lactantes somente sob recomendação de médicos ou nutricionistas.

REAÇÕES ADVERSAS:

Não foi observada nenhuma reação adversa durante o uso do Pure Pro Fiber®. Ele não interfere na absorção nem eficácia de nenhum medicamento.

PRECAUÇÕES:

Seguir as instruções de uso corretamente para preservar a efetividade do  Pro Fiber - DR Gel ®.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

1.                   PDR for herbal Medicines. 2ª Edição. Medical Economics Company. 2000.

2.                   Balbach. A., As Plantas Curam. 2ª Edição. Edições vida Plena. 1993.

3.                   Guia Rural Horta. Editora abril. 1990.

4.                   Schneider E., A Cura Pelos Alimentos. Casa Publicadora Brasileira. 1ª Edição. 1992.

5.                   Weil.R., As Ervas Curam. Editora Ground, 2ª Edição. 1994.

6.                   Franco. G., Tabela de Composição Química dos Alimentos. 9ª Edição. Editora Atheneu. 1992.

7.                   Murray, R.K., Harper: Bioquímica. Atheneu Editora São Paulo, 6ª Edição, 1990.

8.                   Guyton, A.C., Tratado de Fisiologia Médica. Editora Guanabara Koogan, 8ª Edição. 1992.

9.                   Beleza Inteligente . 19 de dezembro de 2000.

10.               Ruiz.M.A., A constipação.Jornal "A Tribuna" . 24 de maio de 1998.

11.               Haensael,W., and Kurihara, M.: Studies of Japanese migrants.1. Mortality from cancer and other disease among Japanese in the United States. J. Natl. Cancer Inst. 40:43,1968.

12.               Staszewski, J., and Haenszel, W.: Cancer mortality among the Polish born in the United States> J. Natl. Cancer Inst. 35:291,1965.

13.              Robbins,S.L., et al. Robbins: Patologia estrutural e Funcional. Quarta edição. Editora Guanabara Koogan.1991.

 

Produto: PRÓ FIBER - DR GEL (Apple Fiber Juice)

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