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Artigo
INTRODUÇÃO
ALIMENTOS
FUNCIONAIS PROBIÓTICOS, ENZIMAS E
LACOBACILUS.
A
alimentação e a suplementação
alimentar não são somente uma questão
de sobrevivência e saúde, elas devem
melhorar especificamente a função do
sistema digestivo e intestinal.
Um dos
principais objetivos da função do tubo
digestivo é a incorporação de
substâncias simples no metabolismo
celular. Isto se consegue
fundamentalmente através da digestão e
absorção dos alimentos e suplementos
especiais como o PRÓ FIBER DR GEL. A digestão implica a fragmentação de
moléculas complexas nos seus
constituintes mais simples, que
absorvemos posteriormente e utilizamos
como energético ou incorporamos nos
nossos próprios tecidos. Os elementos
chave da digestão são as enzimas
digestivas, cuja função é romper as
ligações entre os componentes do
alimento. O PRÓ FIBER é uma
resposta científica e saudável capaz de
ajudar nosso corpo a suportar e ao limpar
do número cada vez maior de alimentos
industrializados, os elementos
potencialmente nocivos em nosso
organismo, também são mais freqüentes
(conservantes, corantes, pesticidas,
entre outros). É por isso que os
indivíduos que se preocupam mais sobre a
sua própria saúde, uma dieta
equilibrada e o meio ambiente, entre
outros, e estão cansados de ingerir
comidas com rótulos de alimentos vazios.
Os alimentos devem melhorar
especificamente a função do sistema
digestivo e intestinal, o que o PRÓ
FIBER faz com naturalidade e segurança.
O
PRÓ
FIBER - DR GEL ® é a mais
distinta combinação de fibras e de
ervas naturais desenvolvido para ajudar
os seres humanos a tonificar e manter o
corpo saudável através de uma
desintoxicação suave e eficiente. Com
este produto você poderá desintoxicar
seu corpo sem nenhum aditivo ou
substâncias químicas. Você terá uma
resposta efetiva em termos de
desintoxicação funcionamento
digestivo, intestinal, respiratório,
sangüíneo, linfático. Este é o
produto definitivo que auxiliará o corpo
no processo de limpeza interna.
O
PRÓ FIBER - DR GEL ® através de sua
ação no sistema digestivo, nos
intestinos, no sangue e em todo o
organismo; ajuda a promover a ação
natural do corpo; as células começam a
funcionar eficazmente e gradualmente,
melhorando a forma do corpo, o vigor, e o
bem-estar.
Ajuda
na regularização das funções
digestivas, intestinais de limpeza e
depuração dos sistemas sangüíneo e
linfático, além da limpeza dos
brônquios, é fonte de minerais,
vitaminas (inclusive as do Complexo B),
aminoácidos, ácidos graxos
polinsaturados (ômega 3 e 6).
Age
na lubrificação dos intestinos
(hidratação ação
emulsificadora), ajuda a manter o balance
da flora intestinal, mantém
características probioticas. Diferente
dos demais produtos do mercado, que não
podem ter uso permanente devido à
desidratação. Fórmula suave que
coopera com a limpeza do cólon
(intestino grosso).
Auxilia
também:
·
na lubrificação das paredes do aparelho
digestivo.
·
na perda de peso e na remoção de
parasitas.
·
no processo de digestão, pois é fonte
de enzimas.
·
no combate a: enxaqueca, fadiga, prisão
de ventre, insônia, diarréia,
obesidade, bronquite (aguda, subaguda,
crônica), bronquite asmática, gastrite
(aguda, crônica), cólon irritado
(colite), asma brônquica, enfisema,
sinusite, faringite, gengivite,
hemorróidas, colesterol elevado (LDL),
triglicerídeos, alergias e outros.

O PRÓ
FIBER - DR GEL ® atua ainda auxiliando no
processo de depuração do organismo,
agindo nos casos de: dermatopatias, acne,
eczema, psoríase, ictíase, furunculose,
abscesso, hiperglicemia (Diabetes
mellitus), obesidade com retenção
de líquidos e gorduras, hipertensão
arterial, ajuda a regular: dismenorréia,
amenorréia, corrimento; remineralizante,
ajuda na reposição de Vitaminas A, C
Complexo B e E.
Quando nossos
intestinos funcionam adequadamente, o
corpo responde com mais saúde, temos
mais energia e nossa mente funciona com
maior eficiência.
PRÓ FIBER
- DR GEL FONTE DE ENZIMAS
Um dos principais
objetivos da função do tubo digestivo
é a incorporação de substâncias
simples no metabolismo celular. Isto se
consegue fundamentalmente através da
digestão e absorção dos alimentos. A
digestão implica a fragmentação de
moléculas complexas nos seus
constituintes mais simples, que
absorvemos posteriormente e utilizamos
como energético ou incorporamos nos
nossos próprios tecidos. O elemento
chave da digestão é as enzimas
digestivas, cuja função é romper as
ligações entre os componentes do
alimento. Qualquer tipo de transtorno,
sobretudo a nível enzimático, produz em
nós alterações da degradação dos
alimentos e, como conseqüência, também
da absorção dos alimentos. Tudo isto se
traduz numa sintomatologia variada,
difícil de definir e interpretar e, por
vezes, muito variável de pessoa para
pessoa. Entre os sintomas mais típicos
destacam-se: sensação de enfartamento,
flatulências, gases, arrotos,
alteração da evacuação intestinal,
anorexia, entre outros.
INGREDIENTES
Água deionizada, Ameixa desidratada, Tamarindo
desidratado, Inulina, Bifidobacterium bifidum, Colágeno
hidrolisado, Vitamina B.3, Magnésio, Óleo de coco, Cromo,
Glicerina umectante, Goma Xantana, extrato de frutas
vermelhas, Ácido cítrico, Corante clorofila, Conservante
Sorbato de potássio.

CONSIDERAÇÕES
SOBRE ALGUNS INGREDIENTES:
CONSTIPAÇÃO
INTESTINAL
Constipação
intestinal é conceituada como
freqüência das evacuações inferior a
três vezes por semana; outros sugerem
acrescentar que deva haver dificuldade de
evacuação em 25% das vezes.
A prisão
de ventre ou constipação intestinal é
uma perturbação funcional intestinal,
freqüentemente, causada pelos maus
hábitos alimentares, falta de exercício
ou alterações emocionais. É a
eliminação difícil ou retardada das
fezes, e quando ocorre permanece a
sensação de evacuação incompleta.
Para a evacuação ser normal, ela deve
realizar-se sem esforço excessivo e sem
dor.
A
freqüência normal dos movimentos
intestinais varia de pessoa para pessoa,
e o número de defecações pode oscilar
de duas a três vezes ao dia até apenas
duas vezes por semana. A função do
cólon do intestino é reabsorver água e
minerais , armazenar e evacuar. Mais ou
menos 2/4 dos líquidos e resíduos que
entram no intestino são absorvidos,
sendo eliminados os sólidos que formam
as fezes.
As fezes
são estocadas no cólon intestinal e
através de contrações do sigmóide
elas são empurradas até o reto. Quando
o cólon fica cheio, a movimentação do
bolo fecal para o reto faz com que a
pessoa tenha urgência em defecar, e por
hábito pense em ir ao banheiro. Nesta
hora os músculos do esfíncter do ânus
relaxam, e uma onda de contração do
cólon empurra para fora as fezes. Os
incômodos freqüentes associados à
prisão de ventre são: dores de cabeça,
distensão abdominal e mau hálito. Se os
sintomas persistirem por muito tempo,
deve-se procurar um médico. A
constipação intestinal é devida a uma
alteração das contrações musculares
rítmicas do intestino, o chamado
peristaltismo. As causas são variadas, e
produzidas por maus hábitos, como
alimentação rica em gorduras e pobre em
fibras, além da vida sedentária e do
hábito de conter e adiar a defecação.
É bom
lembrar que constipação intestinal
na maioria das vezes não é uma doença,
mas um sintoma. Como sintoma, pode
indicar diversas doenças: dos
cólons, neurológicas, endócrinas e
metabólicas, medicamentosas e
psicogênicas. Em 90 % dos casos que não
apresentam causa orgânica, entretanto, a
principal constatação é a deficiente
ou inadeuqada ingestão de fibras e água
na alimentação. Entre as causas
orgânicas destaca-se pela incidência o
Dolicocolon, que é o alongamento do
intestino grosso, particularmente de sua
porção esquerda. Medicamentos de uso
comum podem provocar ou agravar
constipação. Para citar apenas alguns:
analgésicos, antiarrítmicos,
antiácidos a base de cálcio e
alumínio, antidepressivos,
principalmente os tricíclicos,
diuréticos e ferruginosos. Mesmo a
infecção urinária pode manifestar-se
como constipação intestinal.
Muitas
pessoas acreditam erroneamente que a
defecação diária é indispensável e
queixam-se de prisão de ventre, porque
pensam que a freqüência de suas
evacuações é abaixo da esperada.
Outras se preocupam com o aspecto ou
consistência das fezes, embora muitas
vezes a principal queixa seja a falta de
satisfação com o ato de defecar.
Referem também que as fezes eliminadas
são endurecidas. Como conseqüência
muitos pessoas acabam agredindo o cólon
do intestino com laxantes, supositórios
e enemas, sem indicação médica.
No Brasil, 27% da
população sofrem de constipação
intestinal. Cerca de 60% dos usuários de
laxantes sofrem de constipação
intestinal há pelo menos cinco anos.
Aproximadamente 46% das pessoas com
constipação intestinal não fazem
nenhum tipo de tratamento medicamentoso,
35% dos entrevistados usam medicamentos
que não necessitam de prescrição
médica. O comportamento típico dos
usuários de laxantes é recorrer às
farmácias (29%) ou ao médico (18%).
A de evacuação
pode levar a um ciclo de sofrimento e
redução da freqüência de
evacuações, e isto pode causar
depressão. Com isso, para evitar a
constipação, tais pessoas tornam-se
dependentes dos laxantes ou perdem muito
tempo no banheiro. A duração da
constipação e a idade do paciente são
fatores importantes para que ocorra uma
decisão na linha de investigação a
seguir para se encontrar a causa da
anormalidade.
A mudança
dos hábitos intestinais em pessoas
idosas pode ser devido às anormalidades
do cólon ou a um problema sério. O
bloqueio no cólon pode levar a
necessidade de ser utilizado um estudo
com contraste radiológico, a
colonoscopia. Sangramento pelas fezes
pode ser uma pista importante e sinal de
alerta. Se não for devido a problemas
retais, como hemorróidas, fissuras ou
traumatismo local pelas fezes endurecidas
observadas ao toque retal e exame local
a visualização do cólon será
imperativa. A constipação pode ser
devido ao uso de medicamentos como os
anti-hipertensivos e vasodilatadores e
outros, e se os sintomas passam a
acontecer após o uso de um novo
medicamento, profissional de saúde deve
considerar a mudança de remédio e ou
medidas dietéticas.
Esta
condição de constipação favorece o
crescimento de bactérias putrefadoras, o
que podemos reconhecer pelo cheiro das
fezes , estas produzem substâncias
tóxicas que podem levar o corpo a um
estado de toxemia. Estas toxinas acabam
por ser absorvidas pelo organismo,
prejudicando o funcionamento de outros
órgãos e até causar tumores
cancerígenos.
Trinta e
seis substâncias tóxicas foram isoladas
no cólon humano, resultado da
decomposição bacteriana das proteínas.
De acordo com a flora bacteriana
intestinal e os aminoácidos presentes no
lúmen intestinal é que se sabe o
produto final: indol, escatol, fenol e
cresol, quando passa através das paredes
intestinais, estas substâncias podem
entrar no sistema linfático e são
transportadas diretamente para o fígado
(estas cargas tóxicas ocorrem
prolongadamente quando o cólon não
funciona adequadamente, levando o fígado
a não se desintoxicar). O prejuízo
desta função não pode acontecer já
que o sangue que irriga o intestino passa
pelo fígado antes que seja enviado aos
diferentes tecidos do corpo.

Detalhando
alguns dos gases produzidos no intestino
pelas bactérias intestinais temos:
INDOL:
produto da degeneração do triptofano.
É eliminado através do fígado, rins,
provoca câncer na bexiga.
ESCATOL:
produto da decomposição bacteriana
do triptofano. Substância antagônica da
acetil colina e do potássio o que
prejudica a circulação sangüínea,
causa problemas no SNC, como tremores.
Causa ainda anemia e má absorção a
nível intestinal.
PUTRECINA
E CADAVERINA: causam
hipertensão.
HISTAMINA:
produto da decomposição do triptofano.
Provoca cefaléia, depressão, arritmia
cardíaca, hipertensão e colapso
cardíaco, inchaço , aumenta as
secreções nasais e o provoca o
estreitamento das vias respiratórias,
gerando os sintomas das doenças
alérgicas.
SULFURETO
DE HIDROGÊNIO: produto da
decomposição da parte sulfúrica dos
aminoácidos. Tem odor desagradável, sua
toxicidade é igual a do cianureto
provocando debilidade muscular e
transtornos neuro-circulatório, tais
como náuseas, taquicardia, cianose e
sudorese intensa.
TIRAMINA:
toxina provocada pela ação das
bactérias putrefadoras. Esta toxina
provoca aumento da pressão sanguínea.
FENOL:
substância produzida por bactérias
putrefadoras, a partir do aminoácido
tiroxina. É corrosivo. Provoca danos
hepático e renal.
Outros:
Neurina, Tiramina, etc.
Além dos
sintomas acima citados as toxinas
intestinais ainda podem causar cansaço,
transtornos nervosos, carências
nutricionais, dermatites, alergias,
transtornos hormonais, cefaléia,
artrites, asma, transtornos na tireóide
e etc.
Sabe-se que
a constipação crônica também cria uma
pré-disposição para o desenvolvimento
do câncer.

O INTESTINO GROSSO: ÓRGÃO CHAVE DOS
ALIMENTOS FUNCIONAIS
O intestino
grosso é um órgão muito complexo que
apresenta uma grande atividade mas,
apesar disso, é subvalorizado com
freqüência o papel que cumpre quanto à
assimilação de alimentos e,
conseqüentemente, não se lhe dá na
dieta a importância que lhe é devida.
Existem centenas de espécies individuais
de bactérias que são residentes no
cólon humano. Cada uma das bactérias
presentes tem atividades variáveis
dependendo do substrato (hidratos de
carbono, proteínas, lipídeos), pH,
nível de oxigênio, entre outros, que
possuem no intestino grosso. Os
movimentos peristálticos do cólon,
defesas do indivíduo e a dieta jogam um
papel importante na manutenção do
ecossistema intestinal. Os
microorganismos residentes na parte
direita têm um abastecimento abundante
de nutrientes dietéticos e, por isso,
crescem a uma velocidade relativamente
rápida. Noutras regiões, a
disponibilidade de substratos é menor e
as bactérias crescem mais lentamente.
A microflora
preferível é a responsável pela
fermentação em que predomina o sentido
benéfico, em oposição aos efeitos
potencialmente prejudiciais que pode
produzir a flora da putrefação. Entre
as espécies reconhecidas geralmente com
efeitos benéficos, estão as
bífido-bactérias e lactobacilos, a que
se atribuem diversas funções que
promovem a saúde, como acidificação do
conteúdo intestinal, efeitos
imunoestimulantes e inibitórios do
crescimento das bactérias prejudiciais.
Um alimento colono ou colonizador
define-se como um ingrediente ou
componente alimentar que, durante a sua
evolução ao longo da parte superior do
trato gastrointestinal, não é
modificado nem transformado e,
conseqüentemente, chega ao cólon sem se
alterar, exercendo efeitos fisiológicos
e/ou bioquímicos benéficos para a
saúde do hóspede. Os alimentos
colonizadores podem ser classificados em:
probióticos, prebióticos e
simbióticos.
Menção à
parte merece o ácido láctico, o qual
apesar de não poder ser considerado como
um verdadeiro alimento do cólon, é uma
substância procedente do metabolismo
próprio das bactérias intestinais de
tipo fermentativo, que impede a
implantação de tipo de bactérias
patogênicas.
COLONTERAPIA
Colonterapia,
hidroterapia de cólon ou
hidro-colonterapia. A hidroterapia do
cólon é uma forma extensa e mais
completa de limpeza, sem os efeitos
desagradáveis dos enemas comuns. Uma
solução lógica, natural, higiênica,
inócua, inodora e indolor dos problemas
crônicos provocados por mal
funcionamento intestinal. Consiste em uma
suave infusão de água regulando sua
temperatura e pressão está desenhada
para a limpeza total do intestino, desde
o reto até o cecco. Este processo de
limpeza remove as fezes, gases retidos,
catarro, elimina vermes e material
infeccioso.

PATOLOGIAS
ASSOCIADAS
OBESIDADE
O
princípio básico do emagrecimento é
normalizar o funcionamento do aparelho
digestivo. Com a presença de fibras no
intestino, as bactérias do cólon passam
as formas estreptococos e lactobacilos
que regularizam a fermentação e
diminuem a absorção de carboidratos;
além de provocar um aumento na
eliminação de lipídios e
triglicerÍdeos nas fezes a cada
evacuação. Recentemente foi demonstrado
que fibras, entre elas a pectina, são
capazes de baixar o nível de glicose no
sangue de pacientes diabéticos.
CÂNCER
DE CÓLON
O câncer
cólon retal é a segunda forma mais
comum de câncer visceral (depois do de
pulmão) nos Estados Unidos e Europa. Com
cerca de 150.000 novos casos sendo
diagnosticados a cada ano e
aproximadamente 60.000 mortes causadas
por ele.
Com
relação a fatores ambientais e hábitos
dietéticos, estudos realizados em
japoneses e poloneses que imigraram para
os Estados unidos mostraram que, apesar
desses grupos terem vindo de áreas de
baixa incidência, dentro de um período
de 20 anos adquiriram uma incidência
comparável àquela dos americanos
nativos. É digno de menção que ambos
os grupos, em sua maior parte, passaram
a adotar práticas dietéticas do país
adotivo, muitos diferentes daquelas de
seus países de origem. 
A causa do
câncer de cólon não é totalmente
conhecida, havendo, no entanto, provas
que sustentam ahipótese que uma dieta
rica em fibras e pobre em gorduras
(triglicerídeos), podem diminuir o risco
de ocorrência do câncer de cólon.
Estudos mostram que o risco de adquirir
câncer cólon-retal se reduz a um terço
em indivíduos que ingerem elevados
níveis de fibras. Outros estudos
recentes mostram ainda que as fibras
insolúveis estão particularmente
ligadas com a prevenção desta
enfermidade.
Em dietas
de baixo teor fibroso, a flora intestinal
os elementos predominantes são as
bífido-bactérias. Pacientes submetidos
a essa dieta, sem saber, estão
convertendo seus próprios ácidos
biliares, inofensivos, em substâncias
cancerígenas dentro do intestino grosso.
Com a alimentação rica em fibra natural
predominam na flora intestinal os
estreptococos e lactobacilos que não
atacam os ácidos biliares; além de
aumentar a secreção fecal dos ácidos
biliares e diminuir o tempo de contato
dos restos alimentares tóxicos com a
parede do cólon e aumentar a
probabilidade do desenvolvimento de
câncer.
Alguns dos
fatores dietéticos mais importantes que
parecem predispor incidência mais alta
de câncer colonretal são:
- Baixo
conteúdo de fibras vegetais
inabsorvíveis; Alto conteúdo de
carboidratos refinados; Alto conteúdo de
gordura.
Foi
mostrado que uma ingestão reduzida de
fibras vegetais em geral está associada
com aumento compensador no consumo de
açúcares refinados. O conteúdo
reduzido de fibras resulta em menor massa
fecal, maior tempo de trânsito no
intestino e uma flora bacteriana alterada
do conteúdo intestinal. Os produtos
degradados dos alimentos ricos em
carboidratos estão presentes, portanto,
em concentrações mais altas na pequena
quantidade de fezes e continuam em
contato com a mucosa do cólon por
períodos de tempo mais longos. A flora
bacteriana alterada com maior número de
organismos clostrídicos e bacteróides e
menor número de enterococcos e outras
bactérias anaeróbicas no cólon dá
origem a uma desintegração mais
completa dos sais biliares e esteróis
nas fezes (ambos relacionados com dietas
ricas em gorduras animais), resultando
talvez na formação de um carcinógeno
ou co-carcinógeno que poderia
desencadear, promover ou potencializar o
aparecimento de um câncer.
Esta
condição de constipação pode levar a
uma toxemia, que é uma forma de
envenenamento endógeno sanguíneo
causado pela absorção de bactérias ou
toxinas através das paredes intestinais.
No
intestino grosso se encontra a maior
fonte de contaminação por bactérias em
todo o corpo. A Constipação é uma
ameaça para a saúde e vitalidade. A
conseqüência deste mal esta se tornando
cada vez mais predominante na nossa
sociedade. É a raiz que causa muitos
problemas no corpo, e é também o
sintoma de um quadro muito extenso.
CÂNCER
DE MAMA
Existe um
consenso geral de que os hormônios
reprodutores, principalmente os
estrógenos, estão relacionados com a
etimologia do câncer de mama. A
ingestão de gordura e fibra também tem
sido relacionada com as concentrações
de estrógenos em mulheres. Verificou-se
a existência de uma correlação
positiva entre gordura na dieta e uma
correlação inversa entre a ingestão de
fibra e a concentração deste hormônio.
O tipo de fibra mais eficaz,. de acordo
com estudos realizados, são as fibras
insolúveis.
DIVERTICULITE
Acredita-se
que esta doença seja conseqüência da
pressão feita sobre o cólon por um
resíduo duro, seco e pequeno, e do
esforço necessário para impulsionar
este fragmento fecal. Os alimentos ricos
em fibras, particularmente as fibras
insolúveis e algumas frutas, aliviam
este estado, reduzindo a pressão e
amolecendo e aumentando o tamanho das
fezes, condições que apressam o trajeto
pelo cólon.
DIABETES
Descobriu-se
que dietas ricas em fibra reduzem ou
eliminam a necessidade de insulina em
alguns diabéticos dependentes do
hormônio e também dos não dependentes.
Os estudos deixam bem claro também que a
fibra solúvel permite uma liberação
intestinal lenta e constante da glicose
proveniente da dieta, fator de
importância indiscutível para o
diabético. Recomenda-se também o
consumo de carboidratos complexos (amidos
associados à fibra) em substituição à
algumas gorduras.
HIPERCOLESTEROLEMIA
Foi
comprovado em condições experimentais,
que os componentes da fibra solúvel
reduzem os níveis de colesterol sérico
em algumas pessoas. O efeito de redução
do colesterol é mais significativo
quando os níveis de colesterol iniciais
são normalmente altos, levando portanto
á conclusão de que o grau de resposta
à dietética parece não depender apenas
do tipo de fibra, mais também dos
níveis de colesterol do paciente. A
diminuição dos níveis de colesterol
pode reduzir significantemente o risco de
doenças coronarianas (exemplo: o
infarto).
AS
FIBRAS
Já
no início do século, Are Waerland, um
médico sueco, apontava a importância da
presença das fibras de celulose dos
cereais integrais, das folhas e das
frutas em nossa alimentação diária
para que nossos intestinos possam
funcionar bem, para a prevenção e cura
de doenças e termos saúde. Durante
dezenas de anos não lhe foi dada grande
atenção e nem a importância das
fibras, no meio médico e na indústria
de alimentos, até que outro médico, Dr.
Burkitt, este da marinha inglesa, notou
que seus marinheiros sofriam
comparativamente muito mais de doenças
tais como apendicite, colite,
hemorróidas, diverticulose,
diverticulite e tumores cancerosos do
cólon e do reto, do que os nativos da
África. Procurando respostas, encontrou
novamente as fibras de celulose dos
alimentos não industrializados. Ou seja,
as fibras que encontramos nas verduras,
nos pães e biscoitos feitos com trigo
integral, no arroz integral, nas folhas
tais como a couve, o repolho, o agrião,
a catalona, nas frutas e raízes tais
como a cenoura, o nabo, a batata doce,
etc.
As fibras são constituintes naturais das
plantas e representam a estrutura da
parede celular vegetal, um conjunto de
diversos componentes, que resiste à
digestão das enzimas e demais
secreções digestivas do homem. As
fibras dietéticas podem ser
classificadas em dois tipos :

Fibra
Insolúvel
A
Celulose a Hemicelulose e a Lignina são
os principais componentes deste grupo
que, por não ser solúvel em água, é
conhecido como fibra insolúvel. É
característica do farelo de trigo, de
grãos integrais e verduras. Sua
principal ação no organismo é provocar
um aumento do bolo fecal e a redução do
tempo de passagem pelo intestino. Daí
sua importância na prevenção da
prisão-de-ventre.
Fibra
Solúvel
A
Pectina os amidos, possuem os
principais componentes desse tipo de
fibra, são conhecidos como fibras
solúveis, pela sua solubilidade em
água. Entre os alimentos mais ricos em
fibras solúveis encontram-se as
leguminosas, a aveia, a cevada, algumas
frutas e verduras. Sua principal ação
fisiológica é verificada no metabolismo
dos lipídios e da glicose. Vários
estudos indicam que este tipo de fibra
pode ajudar na redução dos níveis
sanguíneos de colesterol, bem como na
absorção intestinal da glicose
proveniente dos alimentos.
A
fibra dietética é encontrada apenas em
alimentos vegetais. Todos os componentes
da fibra dietética encontram-se em
diversas quantidades e combinações nas
folhas, talos, flores, tubérculos,
raízes e sementes das plantas. A fibra
aumenta com a idade da planta e legumes
inteiros contém mais fibras que o suco
dos mesmos, já que a fibra é geralmente
concentrada na casca e camadas externas,
fazendo com que boa parte da fibra seja
perdida ao se descascar os alimentos.
Geralmente os legumes devem ser cozidos
no vapor, para se preservar a fibra, bem
como os nutrientes solúveis em água.
Processos de refino reduzem a quantidade
de fibra (por exemplo, a farinha branca
tem menos fibra que a farinha integral).
Efeitos Diretos
A
fibra afeta o processo de digestão desde
a boca. Alimentos ricos em fibra requerem
mastigação mais prolongada, o que
estimula o fluxo de saliva. A
mastigação exerce, também, um efeito
direto sobre o hipotálamo, produzindo
uma sensação de saciedade (come-se
menos). A fibra solúvel retarda o
esvaziamento gástrico ao aumentar a
viscosidade do que se encontra no
estômago (come-se menos vezes).
Ao
chegarem os alimentos ao intestino, a
fibra insolúvel aumenta seu volume e o
peso do bolo alimentício, reduzindo o
tempo do trajeto deste pelo trato
intestinal. É comprovada a eficácia do
farelo de trigo como agente formador do
bolo fecal, sendo amplamente conhecido
seu efeito laxante.
Ao
chegar ao cólon, alguns tipos de fibras
são fermentados, em graus variáveis,
pela ação bacteriana, produzindo
ácidos graxos de cadeia curta, gases e
água. Este tipo de fermentação
favorece a população bacteriana do
cólon, que traduz em aumento do peso das
fezes e, por conseguinte, em trajeto mais
rápido destas pelo cólon.
Apresentação - Frasco com 500 ml.
RECOMENDAÇÃO DE CONSUMO:
Adulto: Tomar 1
medida (15 ml) em um copo com 200 ml de água morna ou suco
2 vezes ao dia - 15 minutos antes do café
da manhã e à noite.
Crianças: Tomar
½ medida em um copo com 200ml de
água ou suco 15 minutos antes do café
da manhã.
Contra
Indicações: Grávidas e Lactantes
somente sob recomendação de médicos ou
nutricionistas.
REAÇÕES ADVERSAS:
Não foi observada
nenhuma reação adversa durante o uso do
Pure Pro Fiber®. Ele não interfere na
absorção nem eficácia de nenhum
medicamento.
PRECAUÇÕES:
Seguir as
instruções de uso corretamente para
preservar a efetividade do Pro
Fiber - DR Gel ®.

REFERÊNCIAS
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13.
Robbins,S.L., et al. Robbins:
Patologia estrutural e Funcional. Quarta
edição. Editora Guanabara Koogan.1991.
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